De(s)morte(s) foi escrito sob o signo da chegada do Sars-CoV-2 e traz as cicatrizes da pandemia da Covid-19. Pulsam nos poemas de dores coletivas a pequenas alegrias cotidianas e latejam nos versos de lancinantes dores individuais a esperanças e utopias coletivas. De(s)morte(s) é grito e é choro, é súplica e é aguilhão, é poesia, é canto, é evocação. Em cada verbo ressoa o humano que em nós habita, em cada substantivo pulsa o sangue que está nas veias de cada um de nós.- Livro em muito bom estado de conservação: miolo firme, corte, borda, lombada e capa bons. Sem grifos, anotações, rasuras, dobras, páginas rasgadas, faltantes ou com furos de traça. Assunto: Saúde